Aqui vai uma homenagem a todos os intrépidos deste mundo!
(Ideia retirada deste maravilhoso blog ! )
Porque há sempre momentos na nossa vida que queremos congelar e viver neles para sempre.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
"Divergente" - o filme!!!
Bem, esta (opinião) já não vem cedo, mas espero que mais uma não seja demais. Já fartos de ler e ouvir opiniões diversas sobre este tema, fica aqui mais uma.
Sempre bastante fiel ao livro, Divergente é um filme que não desilude. Os cenários estão em tudo semelhantes àquilo que imaginei (viva!) e as personagens estão dentro daquilo que suponho ser a ideia que a autora tinha e que me transmitiu também a mim enquanto leitora.
Em termos de argumentação, tenho a dizer que não se pouparam em palavras, muitas das falas são mesmo as originais do livro e isso fica sempre bem à vista dos fãs do livro, certo?
Até agora deve estar a parecer-vos (pela minha opinião) que o filme é uma autêntica cópia do livro. Mas não é. Aliás, gostava de referir aqui uma das partes que foi alterada e que julgo ter sido um erro grande (ATENÇÃO SPOILER). Mas o que lhes passou pela cabeça para terem "expulso" a personagem principal dos Intrépidos?! Incoerência total! Não é que tenha alterado o rumo da história porque tudo decorreu como previsto, mas a sério? A sério que ela é expulsa e o Eric "fecha os olhos" e deixa que ela volte? A sério? O Eric,aquele que pôs a Christina segurada a uma barra num precipício por ter desistido no final de uma luta ? Calculo que tenha sido a "marca" que o realizador (ou outro alguém qualquer) quis fazer, uma mensagem do género "afinal não é igual ao livro, surpreendam-se fãs-que-já-sabem-a-historia-de-trás-para-a-frente.". Tenho a dizer que costumo gostar destas irreverências, desta vez achei incoerente.
Outra coisa que também reparei foi o facto de muita gente ter sentido um certo afastamento em relação à personagem principal. Com esta não concordo. Não se esqueçam que o livro está escrito na 1ª pessoa, é normal que durante o filme a Tris não transmita tão claramente aquilo que sente como o fazia no livro (não se esqueçam que no filme somos espetadores, não é suposto ouvirmos os pensamentos da moça).
Acho que não me esqueci de nada, eu achei um bom filme e uma boa adaptação de um livro (e história) que me fez apaixonar desde o princípio, não fiquei nada dececionada.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Músicas da nossa terra #9
Boa Páscoa a todos desse lado!
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Paixão de Inverno
Não consigo explicar. São daquelas paixões assolapadas que nos dão… num dia estou muito bem a beber um chocolate quente com caramelo, no outro repito a proeza porque "sabe tão bem" e quando dou por mim não quero outra coisa.
Atenção: perigo de vicio em chocolate quente da Starbucks.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Músicas & filmes #49
Artista: Duologue
Música: Big Ticket
Filme: The Host
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
"Um Sonho de Vida" - livro
Título: Um Sonho de Vida
Título Original: Holding the Dream
Autora: Nora Roberts
Páginas: 351
Género: Romance
Sinopse:
Opinião:
Título Original: Holding the Dream
Autora: Nora Roberts
Páginas: 351
Género: Romance
Sinopse:
Kate Powel adora viver em Templeton House e ama a família que a criou desde que os seus pais morreram. Embora não seja tão bela e esfuziante como Margo, ou delicada e doce como Laura, Kate soube encontrar o seu caminho: é uma profissional de sucesso que organiza toda a sua vida em função do trabalho... O seu maior sonho é conseguir alcançar uma sociedade na empresa de contabilidade para a qual trabalha e assim provar o seu valor. Mas será que é mesmo este o seu maior sonho?
Opinião:
O mundo de Nora continua muito glamoroso e colorido, cheio de promessas e sonhos.
Este livro tocou-me mais do que o primeiro porque me identifico mais com a Kate do que com a Margo, no entanto, a ação não foi de cortar a respiração e de ansiar fervorosamente pela próxima página...dececionou-me um bocadinho nesse sentido.
De qualquer maneira, aconselho a leitura. É descontraída e super agradável, e claro que esta autora tem a grande capacidade de criar grandes personagens pelo que tenho a certeza que todos os leitores as vão adorar.
Quem quiser ler o livro em separado dos outros também julgo que o fará sem problemas, as histórias continuam independentes.
Numa escala de 0 a 5, dou 4.
sábado, 19 de outubro de 2013
"Um Sonho de Amor" - o livro
Título:Um Sonho de Amor
Título original: Daring to Dream
Autora: Nora Roberts
Editora: arteplural / Flamingo
Páginas: 368
Género: Romance
Sinopse
Sobre a história:
Opinião:
Avaliação: 4
Título original: Daring to Dream
Autora: Nora Roberts
Editora: arteplural / Flamingo
Páginas: 368
Género: Romance
Sinopse
Sobre a história:
Margo nunca conheceu o pai, vive com a mãe desde que se lembra, mas aliado a isso veio a construção de um novo amor familiar.
Desesperada por emprego, recém chegada aos EUA, Anne consegue emprego na casa dos Templeton, uma família muito especial que acolheu mãe e filha como família, dando abrigo e depositando uma grande confiança à mãe e construindo uma nova família para a pequena rapariga. Margo ganha assim uma nova mãe, um novo pai e duas novas irmãs.
Mesmo assim, Margo sempre sentiu que o destino lhe reservava mais do que ser a "filha de uma governanta", Margo ambicionava mais, por isso parte, aos 18 anos, para os palcos do mundo, tentando tirar proveito da beleza que lhe tinha sido concedida.
Mais tarde regressa devido a um escândalo que abala para sempre a sua carreira, já muito avançada, no mundo da moda. Sempre receosa com um possível 'abandono', Margo vê uma nova oportunidade de vida quando percebe que tem e sempre teve o apoio incondicional da sua família.
Poderia dizer que Margo ganhou de facto três irmãos, mas a verdade é que Josh nunca foi para esta como um irmão, sendo que ambos alimentaram sempre um desejo pouco secreto um pelo outro. Agora que Margo regressou à casa que sempre foi sua, Josh tem a oportunidade pela qual sempre esperou para conquistar o coração teimoso, estouvado e fiel de Margo Sullivon.
Mais uma vez, subestimei Nora Roberts...
Esperava muita coisa deste livro: que fosse demasiado dramático para a minha disposição atual, que fosse demasiado superficial em termos de história, que não me cativasse...enfim, esperei tudo, menos que esta obra me tocasse de uma forma especial.
Nora cria personagens muito vivas com traços centrais muito diferentes e fortes, apresentando as três personagens principais com apenas uma coisa em comum: uma forte amizade entre elas.
Esta trilogia é, sem dúvida, um must read para todas as mulheres. De certeza que ao ler um destes 3 livros se vão identificar com uma das personalidades retratadas - será com a exuberante, corajosa e leal Margo, ou com a persistente e lutadora Kate, ou (se ainda não se identificou com nenhuma destas) com a doce e altruísta Laura.
Com Margo vi o valor da amizade tomar proporções para além das comuns, vi a importância da ambição e da irreverência e vi o mundo de Nora sob uma prespetiva bela com que muitos se vão identificar.
Para mim, mais do que um livro com uma bela história e uma boa escrita, este é um dos que dão lições de vida, e pretendo ler os 2 seguintes o mais rapidamente possivel (tenho cá para mim que vou gostar de saber mais sobre Kate).
Shame on me... depois de ler uns quantos livros de Nora já devia saber que esta me consegue sempre surpreender pela positiva...
Esperava muita coisa deste livro: que fosse demasiado dramático para a minha disposição atual, que fosse demasiado superficial em termos de história, que não me cativasse...enfim, esperei tudo, menos que esta obra me tocasse de uma forma especial.
Nora cria personagens muito vivas com traços centrais muito diferentes e fortes, apresentando as três personagens principais com apenas uma coisa em comum: uma forte amizade entre elas.
Esta trilogia é, sem dúvida, um must read para todas as mulheres. De certeza que ao ler um destes 3 livros se vão identificar com uma das personalidades retratadas - será com a exuberante, corajosa e leal Margo, ou com a persistente e lutadora Kate, ou (se ainda não se identificou com nenhuma destas) com a doce e altruísta Laura.
Com Margo vi o valor da amizade tomar proporções para além das comuns, vi a importância da ambição e da irreverência e vi o mundo de Nora sob uma prespetiva bela com que muitos se vão identificar.
Para mim, mais do que um livro com uma bela história e uma boa escrita, este é um dos que dão lições de vida, e pretendo ler os 2 seguintes o mais rapidamente possivel (tenho cá para mim que vou gostar de saber mais sobre Kate).
Shame on me... depois de ler uns quantos livros de Nora já devia saber que esta me consegue sempre surpreender pela positiva...
Avaliação: 4
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domingo, 1 de setembro de 2013
"Um Sonho de Amor" de Nora Roberts (Trilogia do sonho #1) [sinopse]
Margo, Laura e Kate não são irmãs biológicas, mas
cresceram juntas na luxuosa Casa Templeton, e apesar de ter chegado o
momento de cada uma seguir o seu rumo e realizar os seus sonhos, a casa
da infância é sempre o porto de abrigo das três, e os laços que as unem
são inquebráveis.
Margo é uma mulher
deslumbrante, carismática e bem-sucedida. Contudo, nada do que alcança
na sua carreira internacional de modelo consegue fazê-la esquecer o seu
maior sonho: conquistar o amor e a aceitação da mãe. Talvez devesse ser
mais doce, como Laura, ou mais racional, como Kate... mas ela é
imprevisível, espontânea e impulsiva. Quando se vê confrontada com um
revés profissional e é obrigada a procurar refúgio no seio da família
Templeton, Margo toma consciência do que é realmente importante na sua
vida, e Laura e Kate, as suas irmãs do coração, tudo farão para a
ajudar.
sábado, 10 de agosto de 2013
"Resistir ao Amor" - o livro
Título: Resistir ao Amor
Título original: Falling for You
Autora: Jill Mansell
Páginas:336
Género: Romance/Drama
Editora: Chá das Cinco/Saída de Emergência
Sinopse
Sobre a história:
Título original: Falling for You
Autora: Jill Mansell
Páginas:336
Género: Romance/Drama
Editora: Chá das Cinco/Saída de Emergência
Sinopse
Sobre a história:
Problemas de uma míope: quando as lentes faltam por alguma razão e a alternativa é entre andar aos encontrões e usar os lindos óculos fundo garrafa que tanto martirizam, regra geral, vai-se andar o dia inteiro a embater contra gente que não se sabe ao certo quem seja.
Maddy tem exatamente esse problema e, adivinhe-se - numa festa. Acabando por ir de encontro a um belo rapaz (julga ela) que não consegue perceber quem é, Maddy sente-se imediatamente atraída. Com um encontro marcado para o dia seguinte (e desta vez com lentes postas!), ela só quer perceber quem é que lhe arrebatou o coração dessa forma, mas o que percebe é que mais valia ainda estar sem lentes, já que o belo rapaz é afinal Kerr McKinnon, da família que é tão rival da sua.
Numa batalha contra os que mais ama, Maddy leva avante o romance com Kerr, mantendo tudo em segredo, mas numa pequena cidade como Ashcombe não há lugar para segredos. Como se não bastasse, Kate (antiga amiga e atual inimiga) volta do castelo de princesas com um trauma que parece ter afetado a pessoa que era.
Numa terra onde o amor não parece querer ficar, em lado algum, será que poderá agora ter sido despoletado por estes amantes proibidos?
Opinião:
Marcando a minha estreia com Jill Mansell, "Resistir ao Amor" não me fez ter vontade de ler mais da mesma autora.
Inicialmente, as personagens, e até mesmo todo o ambiente, saem um bocadinho a custo (pareceu-me), tendo sido para mim notório que a autora não estava à vontade com aquele mundo ainda pouco desenvolvido na sua mente - o que até é compreensível, só não é quando esse sentimento transparece para nós leitores. No entanto, essa condição vai-se alterando ao longo da obra e vamos percebendo que há um crescente à vontade com este mundo e, como em bom português se costuma dizer, "mais vale tarde que nunca" e a história acaba por remediar, conseguindo captar a atenção devida.
Outra crítica que tenho a apontar é o pouco desenvolvimento que a maioria dos romances teve e, sendo este o principal tema do livro, acho que merecia outro relevo; basicamente, o que era suposto ser aquela pequena chama de atração pelo outro que cresce tornando-se esse magistral e intenso fogo que é a paixão, é quase esquecida dando-se de imediato um grande fogo que consome tudo o que os rodeia - foi tudo demasiado precipitado na minha opinião.
A escrita, confesso, inicialmente pareceu-me demasiado forçada e pouco fluída, no entanto, tal como toda a história, vai melhorando ao longo do livro.
A favor da autora tenho a dizer que o mundo criado torna-se bastante reconfortante. Habituamo-nos às personagens e as falas vão, gradualmente, tornar-se descontraídas e com um certo humor que julgo ser característico da autora.
Resumindo, o mundo criado neste livro, apesar de inicialmente forçado, torna-se progressivamente mais familiar e acolhedor - agradável (às vezes adorável até) - mesmo assim, não sei se tão cedo pegarei noutra obra da mesma autora, não tanto pelo livro mas pelo estilo que não me atrai de maneira especial.
Mais um livro, agradável, como tantos outros.
A minha avaliação, de 1 a 5, é de 3.
Inicialmente, as personagens, e até mesmo todo o ambiente, saem um bocadinho a custo (pareceu-me), tendo sido para mim notório que a autora não estava à vontade com aquele mundo ainda pouco desenvolvido na sua mente - o que até é compreensível, só não é quando esse sentimento transparece para nós leitores. No entanto, essa condição vai-se alterando ao longo da obra e vamos percebendo que há um crescente à vontade com este mundo e, como em bom português se costuma dizer, "mais vale tarde que nunca" e a história acaba por remediar, conseguindo captar a atenção devida.
Outra crítica que tenho a apontar é o pouco desenvolvimento que a maioria dos romances teve e, sendo este o principal tema do livro, acho que merecia outro relevo; basicamente, o que era suposto ser aquela pequena chama de atração pelo outro que cresce tornando-se esse magistral e intenso fogo que é a paixão, é quase esquecida dando-se de imediato um grande fogo que consome tudo o que os rodeia - foi tudo demasiado precipitado na minha opinião.
A escrita, confesso, inicialmente pareceu-me demasiado forçada e pouco fluída, no entanto, tal como toda a história, vai melhorando ao longo do livro.
A favor da autora tenho a dizer que o mundo criado torna-se bastante reconfortante. Habituamo-nos às personagens e as falas vão, gradualmente, tornar-se descontraídas e com um certo humor que julgo ser característico da autora.
Resumindo, o mundo criado neste livro, apesar de inicialmente forçado, torna-se progressivamente mais familiar e acolhedor - agradável (às vezes adorável até) - mesmo assim, não sei se tão cedo pegarei noutra obra da mesma autora, não tanto pelo livro mas pelo estilo que não me atrai de maneira especial.
Mais um livro, agradável, como tantos outros.
A minha avaliação, de 1 a 5, é de 3.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
"Resistir ao Amor" de Jill Mansell [sinopse]
Enquanto adolescente, Maddy Harvey era um patinho feio com óculos grandes, cabelo despenteado e dentes tortos. Felizmente cresceu e tornou-se num deslumbrante cisne. Quando numa noite de verão conhece o irresistível Kerr McKinnon, pensa que está no Céu. Mas uns dias depois, quando descobre a que família ele pertence, tem a certeza que está no Inferno. É que toda a gente em Ashcombe sabe o que aconteceu há onze anos, e a mãe de Maddy prefere destruir todos os McKinnon com as próprias mãos a permitir que a filha namore com um deles. Maddy sabe que deve resistir ao amor, mas que culpa tem ela que o seu príncipe encantado seja um fantasma do passado?
A história de Romeu e Julieta renasce com o charme e o delicioso sentido de humor que só Jill Mansell possui.
sábado, 3 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Músicas & Livros #2
Como sabem, acabei recentemente de ler os dois primeiros livros da saga Divergente. Posso dizer que fiquei encantada, como as minhas opiniões devem demonstrar, e que rapidamente esta se tornou uma das minhas histórias preferidas. Criei, como sempre acontece com aqueles livros que mais mexem comigo, uma playlist para o mesmo com as músicas que ia ouvindo à medida que o lia e que agora me surgem sempre associadas a este.
Hoje vou partilhar com vocês uma das músicas que faz parte da minha playlist desta saga - "Things we lost in the fire" dos Bastille. Para ser franca, a grossa parte da minha playlist de Divergente é dos Bastille, mas por enquanto fica aqui a sugestão desta música.
Eu acho que encaixa perfeitamente no conceito do livro, principalmente porque Tris, a nossa personagem principal, sofreu muito com a perda de familiares, amigos e até traições de pessoas que não esperava, perdas que nunca pensou que fossem acontecer consumidas pelas chamas de uma guerra que ela não pediu e para a qual não contribuiu mas que se sente na obrigação de travar.
Concordam comigo?
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