quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

"Mil Amanhãs" - o livro

Sinopse
Autora: Karen Kingsbury
Editora: Flamingo
Páginas: 207
Género: Drama/Romance
Título Original: A Thounsand Tomorrows

Sobre a história:
Cody Gunner vê a sua infância atacada e a sua felicidade roubada quando o pai um dia, cansado de uma qualquer responsabilidade de pai, ou de uma responsabilidade de acarretar a vida que levava, sai de casa, deixando-o - a Cody - e, ao seu irmão (Carl Joseph) com síndrome de Down, a cargo de uma mãe eterna e irremediavelmente apaixonada.
Cody cresce assim, com uma fúria interior que não consegue conter e que tende a direcionar para a sua mãe, negando qualquer sentimento de amor por ela, preferindo entregar todo este sentimento ao seu irmão Carl Joseph - que ama profundamente. Perseguido por uma amargura e raiva constante, Cody vê nos touros uma súbita fuga a essa raiva - vê uma forma de libertá-la, confrontando-a com a do touro. - Cody dedica-se então aos rodeos.
Ali - bela, misteriosa e uma das melhores corredoras de barris da sua geração - partilha com Cody a torné de rodeos e a ribalta. Ali vê-se subitamente apanhada por alguém que a anda a perseguir - Cody Gunner. Afirmando que não quer ser apanhada, Ali acaba por se deixar vencer por Cody, e, de repente, sem que se aperceba, Ali abre o seu coração para que Cody entre e o preencha com o mais profundo dos sentimentos.
Ali e Cody apanham-se, assim, inesperada e mútuamente. Mas há um segredo, aquele que Ali defende de todos, menos de Cody, um segredo que se revela mais complicado até mesmo para o cowboy que, apesar das advertências, se recusa a largar o amor da sua vida.
Uma história de coragem e de esperança. Uma história de amor e de luta pela vida. Uma promessa de mil amanhãs.

Opinião:
Para ser sincera, pelo que sabia do livro e pelo cheirinho que a sinopse nos dá, não apostava grande coisa nele. Pois, é com toda a certeza que, se tivesse mesmo apostado contra ele, teria perdido dinheiro. Este é o tipo de livro em que vale a pena apostar. Não se vão arrepender.
Numa opinião global da obra, posso dizer que simplesmente adorei.
É o primeiro livro que leio desta autora. Confesso que nunca antes tinha ouvido falar dela (erro meu) e que só perdi com isso. A sua escrita contagiante prende-nos à ação de tal forma que só conseguirão descansar quando o livro acabar.
As personagens são tão verdadeiras e sinceras que queremos acreditar que de facto existem mesmo pessoas assim neste nosso mundo. A personagem que mais me surpreendeu foi talvez o Cody; sempre pensei que o seu trauma de ter perdido o pai o fosse afastar de Ali,(atenção ao spoiler) mal soubesse que também a iria perder (fim do spoiler), no entanto, isso não foi vez alguma motivo de hesitação ou de segundos pensamentos no que se tratava a estar com ela.
A história acabou tal como deveria ter acabado tendo em conta que milagres são raros, e para alguns nem sequer existem.
Sinto que, por mais coisas que diga, não estarei a ser completamente fiel ao quanto eu gostei deste livro e a tudo o que esta história me trouxe.
Resta-me dar a avaliação global do livro. Relembro que para ser completamente honesta comigo mesmo e para com vocês, a minha avaliação é feita por base de comparação relativamente a outros livros. Deste modo, numa escala de 1 a 5, a minha avaliação é de 4,5. Vou passar a explicar: foi um livro muito bom - foi -, foi melhor que muitos outros que já li -foi-, é um dos melhores livros que já li - sim-, é um dos meus preferidos? Mais ou menos; é um livro muito bom, mas não sei se estará na minha lista de livros preferidos (sou um bocado exigente neste critério). Como só dou um 5 aos livros que pertencem realmente a essa minha lista, este terá que ficar por um 4 ou 4,5. No entanto, espero que percebam que é um livro que realmente merece ser lido, e que, de facto, o aconselho.

Quando percebemos que conseguimos sempre odiar uma pessoa mais do que pensávamos ser possivel...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

"Mil Amanhãs" - sinopse

Sinopse:
No dia em que Cody Gunner vê o seu pai abandonar o lar onde sempre vivera feliz, jura nunca mais depender emocionalmente de ninguém. Dedicado de corpo e alma aos rodeos, é na arena que extravasa a sua raiva e conquista as suas maiores alegrias. Ali Daniels também recusa o amor. Carrega no peito um terrível segredo solitário. Vive a vida ao máximo mas não arrisca em relacionamentos. Ambos escondem-se por detrás das muralhas emocionais que desde cedo os protegeram, mas a concretização de uma paixão arrebatadora é forte de mais e, sem que ambos percebam, os demónios interiores dissipam-se e o medo apazigua-se. Mas será Cody capaz de ter fé e de se entregar a um grande amor? E Ali? Será capaz de lidar com o seu segredo?
 
 

domingo, 9 de dezembro de 2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

Vamos lá ultrapassar alguns preconceitos

Já não é a primeira vez que me vêm com a mesma pergunta: "E o que achas das marcas?" - pergunta seguida por uma imediata resposta predefinida: "Eu não ligo nenhuma" - respondem logo, prontamente, como se fosse algo tão óbvio e tão moralmente correto que só a idealização do contrário seria completamente absurdo.
A minha resposta a isto é sempre a mesma: minhas amigas, eu gosto de marcas, sim.
Digam que eu sou materialista, digam que eu sou isto e que sou aquilo, a minha opinião não vai mudar. Porque raio de razão é que haveria de ter algo contra marcas? Criou-se um estereótipo horrível em redor de pessoas que apreciam grandes marcas, que só visto. E porque é um desperdício, e porque é uma futilidade, e porque as outras coisas são igualmente boas...
Realmente acho que estes tempos não permitem este tipo de luxos, mas não é isso que me faz dizer que não gosto de certas e determinadas marcas, porque gosto, mesmo que não ande a comprar os seus produtos a toda a hora, mesmo que não os compre até - posso apreciar de forma platónica, que me dizem? 
Há certos e determinados produtos que só algumas marcas de renome são capazes de produzir com a qualidade que queremos e merecemos - sejamos francos, o prestigio não cai do céu -; e é por esse tipo de excelência que gosto destes grandes nomes.
Vamos lá a deixar estas falsas morais e a construir novos conceitos, se faz favor.
 
 

Bom fim de semana!


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Músicas & filmes 43#

  "Top Gun"...Tom Cruise... o que vos diz?
  Há qualquer coisa que me faz associar de imediato este filme, a esta cena:
 
                          
 
  A música é a "You've Lost That Loving Feeling" dos The Righteous Brothers.
  

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Vitamina D

Adoro todas as estações do ano de igual forma. Gosto de tudo o que envolve o inverno, o outono, a primavera e o verão, cada um na sua estação com as suas especificidades - realmente gosto. Gosto da chuva e do frio do inverno, assim como gosto do sol e do calor do verão - são todas tão especiais estas estações, não são?
Mas recentemente apercebi-me de uma coisa: apercebi-me de que, apesar do meu gosto pelo inverno e pela chuva e tudo o mais, há uma necessidade qualquer minha de receber a vitamina D que o Sol proporciona - sim, é verdade. O que é certo é que, apesar de gostar - e continuo a gostar - faz-se sentir no meu organismo a falta de Sol, e só me apercebi quando, no meio de tantos outros dias de chuva, se apareceu um luminoso dia, amarelinho e bonitinho (situação que foge ao normal da própria estação) e que realmente me fez sentir melhor - pois é, energia precisa-se (nem que seja vinda do Sol)!